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Entrevista para o jornal A Notícia, de Joinville

Na sua última visita a Joinville, o Marcelo conversou com o jornal A Notícia, de Joinville. O resultado foi uma entrevista super bacana que fala sobre a sétima temporada do Lar Doce Lar, design, brasilidade, Linha Caruaru e, claro, sobre o A Gente Transforma. A entrevista foi ao ar no dia 12 de abril (2012) e a gente publica alguns trechos aqui no blog. Para ler texto completo da jornalista Roberta Benzati, clique aqui.

Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS

Marcelo Rosenbaum aposta na brasilidade

Valorizar os elementos da cultura nacional e propor um design democrático e transformador são as propostas deste profissional que faz sucesso com o quadro Lar Doce Lar.

(Roberta Benzati)

Apesar do sobrenome estrangeiro, é a brasilidade que se sobressai nas peças criadas por Marcelo Rosenbaum. Há mais de 20 anos à frente de seu escritório e comandando a sétima temporada do quadro Lar Doce Lar, no programa Caldeirão do Huck, da Globo, o paulista também dedica-se a projetos sociais e defende a democratização do design. Rosenbaum esteve novamente em Joinville, desta vez para apresentar a nova linha ecológica que leva sua assinatura, a Caruaru, que estará à venda na B+Store. Com seu jeito simpático e despretensioso, ele conversou com a equipe no dia da inauguração da loja joinvilense.

Como o design entrou na sua vida?
Marcelo Rosenbaum -
Na verdade, acho que o design não entrou na minha vida, ele já fazia parte dela. Meu pai é judeu, filho de um alemão e uma russa, e minha mãe é católica, com pai português e mãe italiana. Então isso é design também, design da construção de uma nação, de uma mistura que dá certo. Além disso, quando era pequeno, morava em um bairro meio afastado em Santo André, no ABC paulista, e lembro que havia uns terrenos vazios e via aquelas casas sendo construídas, o bairro se transformando. Nos fins de semana, entrava nessas obras e ficava imaginando quem moraria ali.

Como foi o início da sua carreira?
Rosenbaum -
Meu primeiro trabalho foi para uma loja de roupas de um shopping do ABC. A mãe de uma namorada minha na época tinha uma multimarcas, que vendia Forum, Triton, Zoomp, Varal, Anti-Choque. Ela comprou um espaço nesse shopping, eu pedi para ela me deixar fazer a obra e ela topou. Estava no primeiro ano de faculdade, daí para frente nunca mais parei. No final da faculdade, tinha cerca de dez clientes mensalmente, um volume grande, aí fui para a Alemanha trabalhar com o arquiteto Andreas Weber. Lá, tive a minha faculdade de verdade, trabalhei intensivamente com desenho e maquetes.

Onde busca inspiração para criar?
Rosenbaum -
A minha inspiração vem do todo, do conjunto, das pessoas, do dia a dia e do Brasil, com certeza. A gente se inspira nos elementos da brasilidade, que estão no imaginário do coletivo. Então, o trabalho é um conjunto de inspirações. É suor, mais do que inspiração, na verdade.

Você já esteve em Joinville para um quadro do Lar Doce Lar. Como é desenvolver sempre projetos novos depois de tantos anos à frente deste quadro do programa Caldeirão do Huck?
Rosenbaum -
A dona Abigail é uma mulher incrível, foi uma lição de vida para mim. Agora estamos na sétima temporada e costumo dizer que esse quadro é uma bênção. Sempre foi meu sonho trabalhar com a classe popular, com o desejo da classe popular, porque também não adianta a gente vir com referência de uma estética burguesa, europeia. Você vai hoje numa loja de móveis populares e vê o brilho, os gomos, isso não é à toa. A gente não sabe se vende mais porque é o que tem ou se é a demanda do gosto, mas esse é o meu grande desafio, entender esse comportamento. Entrar na casa popular brasileira através do Lar Doce Lar, que tem essa dimensão toda, mexer na vida das pessoas, é muita responsabilidade, mas também é muito gratificante.

Qual é a importância do programa para sua carreira?
Rosenbaum -
É gigante. Hoje, sou uma pessoa popular, sou reconhecido em qualquer esquina do País. Isso para o meu trabalho é muito importante, mas eu tento usar isso como um compromisso, com uma troca, porque acho que hoje a gente tem uma obrigação enquanto designer, enquanto profissional.  O design transcende um objeto, o design não precisa ser só um copo ou só um sofá, o design são as relações também, você desenhar uma nova vida por meio do belo, levar beleza, bem-estar. Nós criamos um projeto chamado A Gente Transforma e, com certeza, é o projeto da minha vida. Consegui desenvolvê-lo por causa do meu trabalho na TV, que possibilitou fazer contato com empresas, mobilizar jovens, estudantes. Usei essa oportunidade para o bem, porque acho muito pequeno pegar tudo isso e usar só para mim, o mundo precisa de outras coisas. Isso está muito claro para mim, não como ajuda, não como assistencialismo, e sim como trabalho, como troca. Acho que essa é a inovação do design, é onde vejo meu trabalho sendo útil.

Você sempre fala da importância em democratizar o design. Como investir em design popular e de qualidade ? Quais são seus projetos nessa área?
Rosenbaum -
A linha Caruaru, por exemplo, democratiza a informação, mas não é um móvel democratizado porque não vai caber na casa do povo brasileiro. Acho que democratizar também é levar educação. Como o Brasil é um País novo, as pessoas estão passando de classes e normalmente existe uma cultura de negar a classe anterior, só que, assim, negamos tradições culturais, não só a pobreza. No projeto A Gente Transforma, por exemplo, trabalhamos com isso mesmo que seja num produto. Quando fazemos uma linha Caruaru, democratizamos uma elite que consome só móveis que vêm de fora, que, de repente, não sabe da importância de uma feira de Caruaru, que é patrimônio da Unesco, mas que já perdeu toda a sua identidade. As pessoas não valorizam isso porque é genuíno deles e acho que esse trabalho, numa outra dimensão, tem esse potencial, tem essa força de educar, de democratizar uma informação, de despertar um novo olhar.

A proposta dessa linha é também resgatar um pouco dessa cultura, então?
Rosenbaum -
A proposta dessa linha é fazer um móvel bonito, um móvel com comportamento, seria pretensão se eu falar que é essa a intenção, mas acho que ele pode provocar isso, sim. Eu tive feedbacks do próprio prefeito de Caruaru, que me convidou para um camarote na festa junina de lá, pessoas de Caruaru que ficam felizes porque que exaltamos sua cultura. No Brasil, muita gente não sabe quem é J. Borges (J. Borges é um dos mestres da literatura de cordel e o xilogravurista brasileiro mais reconhecido do mundo), por exemplo, e quem conhece achava que ele estivesse morto. Então, ao incluir essa informação no cotidiano da decoração brasileira, de repente, podem passar a consumir a arte dele, a arte popular brasileira, que tem muito valor.

Qual é o seu conceito de morar bem?
Rosenbaum -
É tão simples e, ao mesmo tempo, complexo. O povo brasileiro não mora bem ainda, morar bem é ter um teto, ter uma casa sem bolor, com ventilação e ter cama para todo mundo. Eu não falo nem da privacidade, da individualidade, porque porta numa casa, no Brasil, é um item de luxo. Os projetos feitos pelo governo, como o Minha Casa, Minha Vida, isso ainda não é morar bem, as pessoas têm proteção, o status da alvenaria, do telhado, mas, em alguns lugares, elas não conseguem morar nas casas que constroem porque são tão quentes que acabam fazendo uma cabaninha do lado, de palha, para refrescar-se. Isso não é morar bem. Acho que morar bem deveria ser muito simples, ter uma casa confortável, com ventilação, com espaço, com segurança, e as pessoas não têm isso.

Qual é o conceito de design para você?
Rosenbaum -
Design, na minha opinião, é ser útil, é inovar. Design fala de uma época também. Se daqui uns bons anos isso aqui ficar coberto e alguma pessoa chegar, cavar e encontrar um móvel, ele vai falar de um período da história, das pessoas, de como elas viviam, como elas se comportavam. Isso que é o design, ele traduz uma época.

Tem algum projeto para o futuro?
Rosenbaum -
O A Gente Transforma é o futuro, é um projeto gigante. Recentemente, estivemos em Várzea Queimada, no Piauí, e vamos expor os trabalhos desenvolvidos lá em Milão. Estou articulando todo o desdobramento desse projeto, o desenvolvimento dessa comunidade, que tem o menor índice de desenvolvimento humano do País. Quero criar um piloto para mostrar que se essa região, que fica no semiárido do Nordeste brasileiro, com difícil acesso, pode se desenvolver, qualquer lugar pode. Lá existem pessoas genuínas, com a tradição do saber fazer, mas o sonho dos jovens é ir embora porque eles não têm recursos, vivem do Bolsa-família e da aposentadoria, mas é uma comunidade com futuro, é só olhar. Acho que é nisso que precisamos apostar.

Rosenbaum® para Bobinex na Casa Cláudia de abril

Rosenbaum® para Bobinex na Casa Cláudia de abril de 2012. Clique na imagem para ampliar.

A querida horta vertical

Ficamos bem felizes em ver que a horta vertical de garrafas pet, da casa da Família Rodrigues, no Lar Doce Lar #48, foi um dos assuntos mais lidos e mais queridos do nosso blog em 2011. Isso só comprova o quanto a gente precisa compartilhar nas nossas redes ideias simples e fáceis de aplicar.

Pra quem é fã da ideia, como a gente, mais uma publicação que valorizou a criatividade da nossa querida hortinha.

Obrigado à Tatiana Izquierdo, da Revista Casa Projeto & Estilo.

Histórias de liberdade que marcam a vida da gente

Adorei ver a matéria da Revista da GOL, feita pela Trip Editora, que destaca viagens em Família.

Compartilho aqui para deixar a dica: não deixem de viajar pelo nosso Brasil!

Contei pra Revista da GOL um pouco sobre uma das últimas viagens que fiz em família, que foi por comunidades ribeirinhas no interior do Pará, mais especificamente em Jamaraquá.

A sensação de viajar para Jamaraquá  é de voltar à época do descobrimento do Brasil. O lugar tem uma beleza ímpar – águas claras e areias brancas – e fica afastado das grades cidades.

É preciso pegar um barco de Santarém. São 5 horas pra chegar lá.

Ficamos numa comunidade ribeirinha do rio Tapajós, na região da Amazônia. Nos hospedamos em uma casa de madeira sem energia elétrica. O banho era com sabão orgânico e as camas foram substituídas por redes.

Fiquei orgulhoso em ver as crianças brincando com os índios, trançando palha para fazer artesanato, jogando futebol e correndo atrás das galinhas. No fim do dia, eles voltavam com o pé sujo de terra.

A hora do almoço, geralmente feito nas casas dos moradores locais, era uma festa: peixe fresco na mesa e interrupções repentinas por alguma galinha atrevida que subia na mesa em busca de alimento. Essas cenas são ótimas.

São essas histórias de liberdade que marcam a vida da gente.

ONDE FICAR: A ONG Saúde e Alegria organiza viagens de turismo comunitário no Pará. Pacote individual de quatro dias a partir de R$965 reais. Veja mais no site da ONG.

O que você tá fazendo sentado aí? :) Corre e vai conhecer o nosso país!

Abração,

Marcelo.

Passagem por Fortaleza…

O Jornal O Povo, do Ceará, fez uma matéria super bacana sobre trabalho da Rosenbaum® e do Rosenbaum.

Para ler no site do jornal, clique aqui.

Nessas últimas semanas de outubro e comecinho de novembro de 2011, o Marcelo passou pela Terra da Luz, Fortaleza, para preparar mais um Lar Doce Lar e também participar da Casa Cor Ceará.

Entre um trabalho e outro, é sempre bom conversar com jornalistas e profissionais. E foi isso que ele fez com a Naara Vale, jornalista do O Povo.

Confira!

“Universo Particular”, na Marie Claire de outubro 2011

A Revista Marie Claire de outubro de 2011 traz uma matéria super colorida e família com os Rosenbaum’s. O cenário foi a casa da família do Marcelo.

Gostamos tanto que dividimos aqui com vocês. Se você quiser saber mais sobre o Lar Doce Lar da Família Rosenbaum, sugerimos o livro “Entre Sem Bater”, da Editora Abril, como leitura.

Clique nas imagens para ampliar.

Para quem quiser comprar  a Marie Claire de outubro de 2011, a capa é essa aqui:

O “Mundo do Faz de Conta” da Bertha e do Ian

A edição de Junho da Revista Casa e Jardim traz cinco quartos de filhos de designers. O Marcelo abriu as portas de sua casa e pediu licença à Bertha e ao Ian para a equipe da Casa e Jardim mergulhar no “mundo faz de conta” deles.

A matéria ficou linda e a gente divide o colorido das páginas aqui.

// QUARTOS DE CRIANÇAS

“Soltar a imaginação faz parte da rotina dos designers Marcelo Rosenbaum, Amélia Tarozzo, Marcela Pepe e Karina Vargas. Imagine a que ponto eles chegam ao planejar o espaço dos filhos. Pura diversão!”

AGT no Diário de S. Paulo!

Adoramos a matéria sobre a Biblioteca para Todos e o projeto AGT – “A Gente Transforma – Parque Santo Antônio com Suvinil ao Vivo”.

Nossas ações foram capa da revista DEZ!, do Diário de São Paulo, no domingo (29/05). Nosso muito obrigado ao time do Diário e a Cinthia Rodrigues, jornalista que assinou o texto.

Reproduzimos aqui o texto para que todos vocês possam ler e entender sempre mais sobre o nosso projeto.

// CAMPO LIMPO E COLORIDO

Texto de Cinthia Rodrigues

Com a ajuda da comunidade, o designer Marcelo Rosenbaum transforma com cores o cotidiano de quem mora na periferia.
Repare na foto à esquerda. Um amontoado de casas à beira de um campinho de futebol de várzea. Cena comum na periferia de São Paulo. Um ano depois, outra paisagem: fachadas coloridas, moradores com uma profissão e a entrega de uma biblioteca com livros novinhos para adolescentes que nunca puseram as mãos em um clássico da literatura. O responsável por essa transformação é o designer paulistano Marcelo Rosenbaum. Com certeza, você já ouvi falar dele: Marcelo já reformou muitas casas no quadro “Lar Doce Lar”, no programa Caldeirão do Huck. Conheça essa história emocionante a seguir.

Quando Marcelo Rosenbaum chegou ao que ficou conhecido na na década de 90, como o Triângulo da Morte (Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís), há um ano e meio, o cenário em torno do Campo do Astro, no Campo Limpo, uma das únicas áreas de lazer da periferia na Zona Sul de SP, não era diferente de muitas outras áreas esquecidas da cidade. Esgoto a céu aberto, casas com fachadas de tijolo assentado com cimento e nenhuma opção de cultura ou lazer, a não ser o campinho de futebol de várzea instalada em solo de terra batida.

No sábado, dia 21 de maio, o próprio Rosenbaum foi o anfitrião de uma festa que alegrou a comunidade. Ele entregou aos moradores uma biblioteca com mil livros novos, 50 computadores e celulares e um telão de cinema. No espaço, funcionava o vestiário de jogadores, que foi transferido para o segundo andar do imóvel. O presente cultural fechou com chave de ouro um projeto que começou há mais de um ano: as fachadas no entorno do campo do Astro, antes dinzas e sem graça, agora estão coloridas. Foram pintadas por moradores que, além das tintas, ganharam o direito de aprender uma nova profissão.


A Biblioteca para Todos será gerenciada pela Associação de Moradores do bairro e é parcialmente “verde”: o telhado é térmico e capta a água da chuva, que pode ser reusada.

Geovani da Silva, 28 anos, é um dos que vai trabalhar lá. Não faz muito tempo, ele era um dos comandantes do mercado local de drogas, sob o apelido de Cabelo. Largou tudo por causa do projeto e do filho, mais novo, Kevin Geovani, de 1 ano e 8 meses, caçula de três. “Eu ganhava R$8 mil por mês, mandava no pedaço, mas corria risco de vida. Rosenbaum criou uma relação de respeito comigo e eu abondonei o tráfico, agora tenho salário fixo”, diz ele, que estudou até a oitava série.

Rosenbaum, um dos responsáveis por criar um estilo de decoração que reúne raízes brasileiras, memória afetiva e design a preço acessível, já atendeu clientes com mansões no Jardim Europa e apartamentos gigantes em bairros chiques da cidade. Não tem medo de misturar samambaias com toalhinhas de crochê. No dia da entrega da biblioteca, enquanto colegas de profissão tomavam champagne no evento de abertura da Casa Cor, no Jockey Club de São Paulo, ele caminhava sob o sol, ao lado da mulher, Cris e do filho Ian, para mostrar a jornalistas e convidados outra etapa concretizada do seu projeto.

Tudo começou quando os colegas Fernanda Suplicy e Sérgio Morrison, da agência de responsabilidade social Social Way, procuraram Rosenbaum para que ele doasse um móvel criado por ele para o Brechó Social – os publicitários vendem e o autor pode escolher quem vai receber o projeto. O designer escolheu a Casa do Zezinho e quis entregá-lo pessoalmente. Ao ser recebido pelo casal Dagmar (a Tia Dag) e Saulo Garroux, vislumbrou a possibilidade de entrar na comunidade do Campo do Astro para apresentar suas ideias de transformar com cores o cotidiano cinzento de parte da população que mora na região.

Nascia ali o projeto “A Gente Transforma”, que reuniu a iniciativa privada (que entrou com tintas, computadores, celulares, móveis, entre outros), educadores sociais e equipe que trabalha no escritório de Marcelo Rosenbaum. “Não se trata de assistencialismo. O pulo do gato é capacitar os moradores para que eles tenham uma profissão e isso continua sem eu estar aqui.”

A Casa do Zezinho é uma instituição sem fins lucrativos que fornece atividades culturais para 1.800 crianças e adolescentes. Depois das aulas na escola, os “zezinhos” participam de oficinas e brincadeiras.

Já passaram pela casa, que hoje tem 3.200 metros quadrados, cerca de 10 mil crianças. “Quando Rosenbaum nos contou que tinha o sonho de interferir no espaço urbano e democratizar a arquitetura, imediatamente apontamos o Campo do Astro”, lembra Saulo, que acabou de voltar da Universidade de São Francisco (EUA), onde conseguiu vagas para alunos bolsistas. “Tivemos muita sorte porque ele é um executivo de ações, o que ele promete, faz”, completa.

Na primeira etapa do processo, quando as casas foram pintadas, estudantes de arquitetura do Brasil inteiro e do exterior foram recrutados para ensinar aos moradores como restaurar seus móveis. Durante a semana “Mão na Massa”, ficaram hospedados na Casa do Zezinho. As crianças e adolescentes registraram tudo para postar no blog oficial do projeto. Hoje, um ano e meio depois, as fachadas cinzentas foram substituidas por casas coloridas. Dali, o projeto segue para a Chapada do Araripe, planalto localizado na divisa dos estados do Ceará, Piauí e Pernambuco. “É a própria comunidade que pensa nas soluções que mais lhe agradam”, diz Rosenbaum, o comandante dessa rede.

AGT e Biblioteca na Rádio Estadão/ESPN

Amigos, o projeto AGT- “A Gente Transforma”  e a Biblioteca para Todos foi tema da coluna da Baba Vacaro na Rádio Estadão ESPN, de São Paulo.

Ficou super bacana como a Baba conduziu o tema. Nós adoramos!

E adoramos mais ainda o fato de poder ouvir no site da Rádio. É só clicar aqui para ouvir o programa.

“Biblioteca de portas abertas”, na Revista Kaza